
Juvenil segue na liderança do Estadual e o Infantil busca também o topo da tabela.
O Juvenil do Fluzão segue na liderança do Grupo B. No sábado (05/05), os garotos bateram o Resende por 2 a 1 no estádio do Trabalhador, em Resende, no Sul do Estado do Rio de Janeiro. Os gols foram marcados pelos atacantes Gabriel Vasconcelos e Denilson. O Tricolor está em segundo do grupo com 21 pontos em oito jogos, o Vasco lidera com 24.
Já o Infantil também venceu e segue na cola do Vasco. A garotada goleou o Resende por 6 a 1 com gols do meia Gerson, do atacante Felipe, do zagueiro Rammires, do atacante Igor Kopke, do lateral-direito Breno e do atacante Caio. O Flu segue líder do grupo A2 com 24 pontos em oito jogos, três na frente do Vasco, em segundo com 21.
O próximo compromisso da Garotada será no sábado (11/05) no campo 1 do Centro de Treinamento do Vale das Laranjeiras (CTVL). o Infantil jogará às 9h e o Juvenil às 11h.
STs
André Horta
Sócio e Membro do Ideal Tricolor

Prezado Mohamed,
Desde a primeira candidatura do Peter em 2007 estamos juntos lutando para ganhar a eleição e transformar o Fluminense num Clube digno, democrático e moderno.
Durante todo esse tempo ocorreram inúmeros fatos políticos, mas jamais nos distanciamos, pois o que sempre nos uniu foram os princípios, as práticas e o desejo de servir ao Fluminense.
Você nos ajudou diretamente, assim como alguns outros companheiros, na superação das imensas dificuldades para se ganhar uma eleição no Fluminense, inclusive no aspecto financeiro. Abriu sua própria casa para reuniões importantes, depósito de material e diversas outras necessidades da campanha, dialogou com diversos segmentos e pessoas em busca de apoio, tendo assim contribuído decisivamente para a vitória da candidatura Peter Siemsen.
Após a linda e importante vitória na eleição de 2010, a convite do Presidente você assumiu a Vice-Presidência Administrativa e com o apoio deste realizou um excelente trabalho, reconhecido não apenas pelas pessoas mais participantes da política do Clube, mas também pela grande maioria dos associados. Nitidamente o Clube passou a ser tratado com carinho e responsabilidade, mesmo com a pública e notória escassez de recursos.
Você não participa do Ideal Tricolor, mas muitas vezes foi apontado como um de nossos integrantes, o que, tenha certeza, nos orgulha. Assim como nosso grupo, você não é nem se considera perfeito, mas temos certeza que sempre procurou fazer o melhor pelo Clube sem dele desejar nada em troca. Ao revés, deixou seus negócios particulares e horas de lazer com a família para trabalhar pelo Clube.
Para nós o que importa não é se a pessoa é apenas nossa amiga, é filiada ou ligada ao nosso grupo ou a qualquer outro segmento ou não é filiada a nenhum grupo, como é o seu caso. O que importa para nós é se as suas atitudes são a favor ou contra os reais interesses do Fluminense. E contra fatos não há argumentos. A sua lealdade e as suas atitudes durante todos esses anos falam por si mesmo, independente de qualquer erro eventual, que acreditamos , se realmente cometido, poderia ser corrigido através de um diálogo maior, inclusive em razão do respeito aos inúmeros acertos cometidos.
Ademais, se temos e tivemos diálogos com tanta gente que de maneira pública e notória já foi nociva ao Fluminense, que nós do Ideal já superamos barreiras dificílimas por entendermos apelos do Presidente e de outras pessoas e grupos em prol de objetivos maiores do fluminense, porque não poderíamos fazer o mesmo? E mais, se com o Mohamed foi impossível tratar do assunto e /ou resolver as divergências pontuais com mais tolerância, então com os demais devemos montar um paredon?
De toda maneira, com a sua saída quem perde é o Fluminense, mas, assim como você (temos certeza), torceremos para o que seu substituto realize um trabalho tão bom quanto o que você realizou.
Por fim, só nos resta agradecer por toda dedicação, pelo trabalho realizado, pela lealdade e por ter contribuído efetivamente para um Fluminense melhor. Como toda relação social, a política é dinâmica, e por isso mesmo às vezes ela separa fisicamente pessoas que possuem os mesmos objetivos, a mesma índole, os mesmos princípios...Não importa. Esteja convicto de que mesmo separados, continuamos juntos, juntos e misturados na luta por um Fluminense cada vez mais forte.
Um abraço.
STs.
IDEAL TRICOLOR
Postado em: 24/04/2012 - 01:04
Quando o Fluminense foi devidamente prejudicado pelos equívocos da arbitragem na partida contra o Vasco, na Taça Guanabara, o presidente Peter ( Diga-se de passagem que juntamente com representantes dos outros clubes aprovaram o Campeonato Carioca no Arbitral da Federação) colocou a “boca no trombone” fez criticas contundentes ao modelo da competição e criticas ainda mais contundentes ao presidente da comissão de arbitragem da FFRJ, senhor Jorge Rabello, que naquela oportunidade desandou a falar sandices pelos veículos de imprensa.
Ao invés de se unirem os outros três clubes grande do Rio de Janeiro, partiram para uma posição independente. O Vasco emitiu até uma nota oficial declarando total apoio ao presidente da FFRJ, Rubens Lopes.
Bastou o Vasco se sentir prejudicado (ao meu ver não houve absolutamente nada de anormal na partida do Vasco contra o Flamengo) que seu presidente, Roberto Dinamite desancou a falar besteira em cima de besteira.
Eu pergunto, e o tal apoio e confiança total na federação sumiram com uma suposta má arbitragem?
Esse é o nosso Campeonato Carioca, cheio de incoerências, mal feito, inchado, com um publico ridículo nos estádios, com times poupando suas principais estrelas, com gramados que mais parecem um pasto, vestiários caquéticos, com o presidente da federação falando mal de clubes afiliados (segundo o próprio com DVDs para provar o que diz), com o presidente da comissão de arbitragens falando da folha de pagamento dos clubes, para justificar os erros de arbitragens e etc.
Realmente é um circo da pior espécie esse nosso mal fadado campeonato Carioca que outrora fora o melhor campeonato do país.
Agora para variar, uma tremenda confusão na súmula ( a sumula é soberana) do arbitro Wagner Dos Santos Rosa, na partida Vasco VS Flamengo. Expulsou ou não os jogadores do Vasco? Porque na súmula ao lado do nome dos jogadores envolvidos tem a letra V? Seria V de vermelho? Ou V de vamos ver? Não senhores o tal V era de vamos apagar, sim porque pasmem amigos a sumula foi apagada na maior cara de pau com liquid paper um simples corretor ortográfico que podemos comprar na papelaria por uns trocados. O Campeonato está totalmente desmoralizado, infringiu o código do Torcedor, do consumidor e o principal o código de honra e honestidade.
O Árbitro relata na súmula, o seguinte texto :” Cabe relatar que não foi possível a exibição de cartões vermelhos na conduta disciplinar dos referidos atletas citado nesse relatório (...) tendo em vista a situação desfavorável dessa aplicação e expulsão de fato de todos naquele momento, o que poderia gerar na minha avaliação, um tumulto generalizado com conseqüências maiores.”
Esse campeonato é a crônica de uma “morte” anunciada.
Gostaria de pedir licença para ao mestre Caetano Veloso para terminar essa coluna com uma das mais belas composições do poeta, que com apenas algumas frases rimadas refletem muito bem o que é o nosso Campeonato Carioca que não é nada mais nada menos que o espelho do futebol brasileiro:
(…) Será que nunca faremos Senão confirmar na incompetência aa América católica, que sempre precisará de ridículos tirano. Será, será, que será? que será, que será? será que essa Minha estúpida retórica, terá que soar terá que se ouvir por mais zil anos...
(…)Será que apenas os hermetismos pascoais e os tons, os mil tons seus sons e seus dons geniais nos salvam, nos salvarão dessas trevas e nada mais...
Enquanto os homens exercem seus podres poderes morrer e matar a fome de raiva e de sede são tantas vezes gestos naturais.
Bernardo Belfort
Sócio e torcedor do FFC e membro do Ideal Tricolor

Os campeonatos estaduais de futebol eram até há certo tempo os mais importantes para os torcedores. Ocupavam a maior parte do calendário, por ser realizada próxima do torcedor era a competição mais fácil de acompanhar, e como os clubes são do mesmo lugar, ao vencer o torcedor tem uma alegria dobrada, pois vivencia também a derrota do torcedor rival.
Mas o tempo passou, o mundo globalizou, e hoje perdeu muito do glamour.
Mas não é por isso que ela não possa ser melhor tratada, pela Federação e pelos clubes.
Infelizmente o estadual do Rio perdeu muito do encanto também pela fórmula de disputa. Tem time demais, jogo demais e no final tudo se decide em poucos jogos, e em diversas vezes nos pênaltis. Virou de certa forma um campeonato de pênaltis.
Pra exemplificar, no ano passado o clube campeão ganhou todos os jogos decisivos que eram clássicos nos pênaltis. Dos 4 jogos decisivos, 3 foram ganhos nos pênaltis.
Aliás esse mesmo clube dos 4 últimos títulos estaduais, teve 3 conquistas decididas nos pênaltis. Ou seja, se perde tanto tempo com tanto jogo inútil e a parte decisiva é decidida da forma mais primitiva possível, como se não houvesse tempo para uma disputa mais qualificada. É como se numa corrida de Formula 1, na última volta os 4 primeiros colocados ficassem alinhados a 500 metros da linha de chegada, e aí fosse dada uma nova largada. Por isso o torcedor só aparece no final do final, e aí haja jogo deficitário.
Hoje o campeonato estadual incluindo os 2 jogos que decidem o título tem 21 rodadas. Se diminuirmos para 10 times e se utilizarmos a fórmula que fez sucesso nos anos 80 (que eu acho a melhor forma de disputa já criada), com turno e returno, onde os campeões se classificam para as finais, com a possibilidade de entrar um terceiro time, que é aquele que não ganhou nenhum turno mas teve a melhor campanha; teríamos uma disputa onde todos os jogos teriam importância, e utilizando 21 datas também. Hoje a 1ª. fase não atrai público, porque sequer o melhor time tem alguma vantagem na fase decisiva. É uma parte do campeonato longo e que independente dos clubes pouparem ou não os jogadores, não tem muito atrativo.
Sempre tive horror a essa fórmula que existe hoje no estadual, principalmente pela grande probabilidade dos jogos decisivos serem decididos nos pênaltis. Por isso quando o Fluminense ganhou do Botafogo na semifinal da Taça GB, pensei: Esse é o momento do Flu reclamar dessa fórmula, pra não parecer que só reclamou porque perdeu. E felizmente foi o que aconteceu, depois do título da Taça GB, a diretoria de forma muito oportuna reclamou da fórmula de disputa.
E acho que o papel do Fluminense deve ser sempre esse, de defender a qualidade, de ser sempre o precursor das mudanças necessárias.
E é importante que isso chegue na mídia. Acho que a crítica com relação a fórmula de disputa deve continuar, e se não houver participação dos outros grandes, que isso fique bem claro pra todos também. E que fique claro também que o Flu não reclamou porque perdeu, e sim porque é um clube que esta sempre pensando no melhor do futebol. E essa melhora da imagem é muito importante também para afastar essa identificação ruim que os rivais tentam impor ao clube, ao associá-lo as viradas de mesa, algo que comentarei depois.
Agora é necessário também que o clube chame atenção da mídia sobre a preocupação com a repercussão dessa briga por mudanças, do receio de que possa haver por isso represálias da Federação.
Acho que esse movimento para uma mudança na fórmula do estadual é uma grande bola dentro da diretoria, mas ressalvo a importância pra não cometermos falhas, como o não esclarecimento do clube sobre a ausência do presidente na reunião da Federação.
Enfim, o Fluminense iniciou um movimento muito oportuno e que se não der resultado, pelo menos serve pra marcar posição, posição de que o nosso clube a partir de agora volta a ser uma referência quando se luta pela melhora da organização do futebol. Se ainda não somos em maior quantidade, temos que mostrar que somos melhores.
Paulo Roberto Evaristo
Conselheiro do Fluminense e Membro do Ideal Tricolor

SELEÇÃO BRASILEIRA NO ESTÁDIO DAS LARANJEIRAS
A origem da Seleção Brasileira está diretamente ligada à história do Estádio das Laranjeiras, já que foi lá que ocorreu a sua primeira partida oficial e onde conquistou os títulos sul-americanos de 1919 e 1922.
O primeiro jogo.
Vindo de uma excursão pela Argentina, o Exeter City F.C., clube de profissionais da Terceira Divisão da Inglaterra, chegou ao Brasil em julho de 1914. A simples presença dos inventores do futebol agitou a cidade do Rio de Janeiro. Milhares de pessoas costumavam ficar horas a fio em frente ao Hotel dos Estrangeiros, o mais requintado da cidade, localizado na Praça José de Alencar, onde a delegação inglesa se hospedou, na esperança de ver jogadores britânicos.
Para enfrentar os ingleses, a FBS convocou os melhores jogadores em atividade no Rio de Janeiro e São Paulo, os quais já eram considerados o grande centro do futebol na época. Entre os convidados para formar a primeira Seleção Brasileira estavam Marcos de Mendonça, Friedenreich, Abelardo De Lamare, Rubens Salles e Sylvio Lagreca, entre outros. Ali nascia a primeira formação da Seleção Brasileira.
Por mais que não queiram os céticos, era a Seleção, pois foram convocados os grandes craques em atividade pela entidade máxima da época. Quanto à partida ser oficial ou não, é uma outra história, até porque na história do futebol não se tem conhecimento de um clube ou seleção que tenha iniciado a sua história um jogo ou competição oficial.
Durante a permanência dos ingleses no Rio de janeiro, aconteceu um fato hilariante. Um português, proprietário de um bar nas proximidades do hotel onde os jogadores do Exeter City se hospedaram explorou com muita inteligência a fama dos britânicos. Depois de servir suco de laranja a três jogadores, o esperto português aguardou a saída deles e, em seguida, colocou em leilão as cadeiras, a mesa e os copos por eles utilizados, conseguindo arrecadar uma vultosa quantia.
Antes da primeira partida contra a Seleção, os ingleses disputaram dois amistosos e derrotaram um combinado de jogadores ingleses que atuavam no futebol carioca 3 a 0. Posteriormente venceram a Seleção Carioca por 5 a 3. Tal façanha os credenciava com adversários fortes para os padrões que os torcedores estavam acostumadas a ver. A partida foi realizada em 21 de julho de 1914, no campo do Fluminense, na Rua das Laranjeiras. O campo estava totalmente lotado: 5 mil espectadores.
Para surpresa geral, o Brasil venceu com facilidade, pelo placar de 2 a 0. Os gols foram marcados por Oswaldo Gomes ( atleta do Fluminense Futebol Clube), ao 15 minutos do primeiro tempo – este, o primeiro gol da história da Seleção Brasileira -, e Osman, aos 30 minutos do mesmo período.
Bons momentos esses hein! Que o atual Estádio das Laranjeiras possa voltar a ser o palco de nossos jogos de futebol com os Clubes de menor investimento, de acordo com o planejamento e estratégia da Gestão Peter, proporcionando para a Torcida Tricolor o resgate da memória, a identidade e tradição do nosso amado Fluminense.
Sds Tricolores,
Carlos André Barbosa Nascimento
Sócio do Fluminense e membro do Ideal Tricolor

Willian Nery apitará o jogo entre Madureira e Fluminense. Este jogo, que irá se realizar às 15:45 horas deste sábado no pequeno estádio de Conselheiro Galvão, que é muito importante para as pretensões do nosso Tricolor para a conquista da Taça Rio e do Campeonato Estadual.
Em 2009, gestos de "burro" para a torcida
Enquanto o nosso presidente Peter Siemsen não obtém uma posição da FFERJ sobre o ofício enviado à mesma, relacionado às declarações polêmicas do Sr Presidente da COAFRJ, Sergio Rabello - sobre os absurdos erros de arbitragem no jogo Fluminense e Vasco, parece que, até não se sabe quando, teremos que acatar tais escolhas, como o do polêmico Willian Nery.
Mas por que polêmico? Para o Tricolor que não se lembrar a pessoa do árbitro da partida de hoje, no dia 13 de setembro de 2009, no Campeonato Brasileiro, no intervalo do jogo Botafogo e Fluminense (0 - 0) no Engenhão, Nery, que era o auxiliar desta partida, em resposta à reclamação da torcida tricolor por um pênalti não marcado, debochadamente Souza Nery fez o gesto de burro para os torcedores. Por causa disso, chegou a ser julgado por "atitude contrária à moral e à disciplina", mas foi absolvido por "falta de provas", mesmo as câmeras de TV tenham flagrado os gestos.
Mas o fato descrito acima é apenas uma ponta de iceberg. O Sr Nery tem um vasto histórico de prejudicar o Fluminense em partidas. Mas apenas irei citar o absurdo de 2003, em partida válida pelo Campeonato Carioca no Estádio das Laranjeiras, numa bandália escandalosa cometida no apito. O jogo em questão foi Fluminense x Americano, importante para a classificação dos dois times para a próxima fase daquela competição. Fluminense estava vencendo o jogo por três a zero quando o arbitro ajudou o time do então presidente da Federação, Eduardo Vianna (Caixa D´água), a empatar a partida e decretar o empate de três a três. A cada gol do seu time, o Caixa D´água comemorava confortavelmente ao lado da entrada do vestiário Americano. E tinha mesmo o que comemorar. Aquele resultado garantiria uma das vagas do time de Campos para o mata-mata. O Fluminense só iria se classificar na rodada seguinte, nos dois a zero contra o Cabofriense, em Alair Correia, num sábado de Carnaval.
Depois de tantas vezes prejudicar o Fluminense e, por conta disso, estando afastado de atuar nos jogos do Tricolor por dois anos, é de estranhar que a atual diretoria do Fluminense não tenha dado um pio em relação a esse arbitro.
Rogério Pecegueiro
Conselheiro do Fluminense e Membro do Ideal Tricolor